Se você tem acompanhado esta série de artigos sobre o GEO (Generated Engine Optimization) – conjunto de técnicas para ampliar as probabilidades de que uma marca seja citada na resposta de uma pesquisa por Inteligência Artificial – já sabe que agora o ‘poder’ para decidir a relevância de uma marca ou produto no universo digital está nas mãos de atores externos. Em resumo, as estimativas (a meu ver conservadoras) apontam que até o final deste ano a maioria das buscas e pesquisa
Tenho, nesta série de artigos sobre o GEO (Generative Engine Optimization), focado em como a presença de uma marca na imprensa independente e de alta credibilidade impacta positivamente a probabilidade de que ela seja citada em pesquisas realizadas via ferramentas de Inteligência Artificial. Mas ela não é única (apesar de muito relevante) base de dados que as ferramentas de IA se utilizam para selecionar as empresas serão citadas em suas respostas. Existem pelo menos duas
No final de fevereiro de 2026, ocorreu um episódio curioso na indústria de tecnologia que ilustra bem uma tensão antiga entre comunicação, reputação e poder político. A empresa americana de inteligência artificial Anthropic entrou em conflito com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Pentágono, ao recusar-se a remover algumas restrições de segurança de seu modelo de IA, o Claude. Essas restrições impediam explicitamente o uso da tecnologia para vigilância doméstica e