Influenciadores influenciam a Inteligência Artificial?
- engajesite
- 11 de fev.
- 2 min de leitura
Conteúdo gerado por não especialistas tem peso menor para validar marcas

Com a ascendência das ferramentas de Inteligência Artificial ao papel de curadoras de marcas (falei sobre sua crescente importância para ajudar a decidir vendas neste artigo), é cada vez mais relevante trabalhar para ‘convencer’ estas máquinas de suas qualidades. Afinal, seguindo a tendência atual, em breve a maioria das transações comerciais passará por um agente de IA (hoje os números já são para lá de significativos).
Este trabalho, o GEO (Generative Engine Optimization), tem como pilar gerar a criação de conteúdo por terceiros críveis e isentos (função do PR Digital) que será ‘lido’, ‘ouvido’ ou ‘assistido’ pela Inteligência Artificial na hora de indicar as melhores opções de produto ou serviço. Mas todo conteúdo tem o mesmo peso nessa avaliação?
Algo muito importante a se considerar em uma estratégia de GEO é que o foco da IA é oferecer a melhor e mais correta resposta possível. E que estes softwares estão evoluindo cada vez mais para evitar ‘alucinações’, ou seja, apresentar para o usuário uma informação incorreta. Nesta evolução, entre outros aspectos, estão cada vez mais eficientes na identificação de fontes críveis, isentas e com autoridade sobre o tema, o que inclui uma análise cada vez mais sofisticada do conteúdo e da fonte para verificar se ele é patrocinado ou editorial.
Este mesmo crivo recai sobre os influenciadores. Quanto mais técnicos, isentos e especializados em determinada área ele for, maior a probabilidade de ser considerado pela Inteligência Artificial em sua resposta. Já os generalistas e com histórico de conteúdo de marca, perdem essa relevância.
Interessante notar que este mesmo conceito cabe para notícias e artigos. Para as marcas, a lição é clara: o "visto" do jornalista humano é o que valida o conteúdo para a máquina.
Neste front, o PR Digital vence o Marketing de Conteúdo ao garantir um ativo que o dinheiro não compra no algoritmo: a neutralidade validada.




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