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Em quais redes sociais sua empresa deve estar em 2019?



Pesquisa reafirma crescimento do Whatsapp no Brasil enquanto o Facebook segue perdendo usuários.


O levantamento, feito pela consultoria internacional Warc a partir de dados do Reuters Institute for The Study of Journalism, da Universidade de Oxford, traz dados de 3 anos de pesquisas feitas com brasileiros sobre o uso das redes sociais mais populares no mundo.


Se em 2015 pouco mais de 30% dos maiores de 18 anos usava o “zap” no país, em 2018 o número saltou para 82,8% dos respondentes da pesquisa. O aumento é nítido para além dos gráficos. De uma forma rápida de conversar com os amigos, o Whatsapp virou fonte de informação, plataforma de mídia e até protagonista de escândalos políticos.


Para o Facebook o cenário é outro. A rede social caiu quase dez pontos percentuais entre 2015 e 2018, com uma taxa de utilização de 74% entre os participantes da pesquisa. A queda ocorre em um momento delicado para o Face. A rede viveu em 2018 uma crise sem precedentes depois do vazamento de dados pessoais de pelo menos 50 milhões de usuários.


Instagram é o rei de 2019


Outrora restrito à imagens, o Instagram cresceu exponencialmente nos últimos anos e atingiu 1 bilhão de usuários em 2018. Tudo indica que ele será o centro das atenções em 2019. Especialmente com os Stories, o que traz um novo desafio aos anunciantes: a criação de conteúdo rápido e fugaz, mas ainda capaz de competir com os creators e capturar a atenção cada vez mais fragmentada dos usuários.


Para ganhar mais presença no mercado, a plataforma aproveitou seu DNA visual para se apropriar da grande tendência de conteúdo social para os próximos anos: o vídeo. Aqui ele entra tanto em formatos curtos, os Stories, ou longos, no IGTV, rival do Youtube.


Independente de tudo, o Facebook certamente seguirá como o principal player do mercado das redes sociais. Vale lembrar que, mesmo que o carro-chefe esteja em crise, a empresa de Zuckerberg ainda é dona do próprio Instagram, Whatsapp e do Messenger.


A saída é a diversificação


Em 2019, não espere uma grande revolução. O Whatsapp seguirá imprescindível como canal de atendimento, mas é preciso usá-lo com cautela como plataforma de mídia. Um dos principais problemas aqui é a associação com as fake news que se tornaram um problema público e o centro de escândalos políticos desde 2016.


Fora que, por se tratar de uma rede considerada mais íntima, muitos usuários sentem que sua privacidade é invadida quando recebem mensagens de números desconhecidos, especialmente propagandas. O ideal é que as divulgações por lá se restrinjam a contatos que ativamente entraram em um grupo ou se cadastraram em uma lista.


E, apesar dos problemas do Facebook, ainda não dá para ignorá-lo no planejamento digital. Ele deve estar lá, mas dividir os investimentos em mídia própria com as outras redes e também com os demais canais de contato com o cliente.

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