GEO e a Defesa de Reputação na Era da Fake News
- engajesite
- 18 de fev.
- 2 min de leitura

Há algumas semanas eu escrevi sobre uma série de artigos sobre como as ferramentas de inteligência artificial estão acelerando e gerando novas categorias de crises de imagem e reputação. O terceiro e último, inclusive, tratou de como mitigar esse risco, inclusive com o uso da própria inteligência artificial.
Mas como a velocidade das mudanças é cada vez maior, tenho que acrescentar um novo tópico nesta conversa: o GEO. Para quem por acaso ainda não sabe, a sigla de refere ao Generative Engine Optimization, conjunto de técnicas que visam ampliar a visibilidade de uma marca nas buscar por LLM’s (Large Linguage Models) como o ChatGPT, Gemini e o próprio Google.
Resumindo de forma muito superficial, o GEO se baseia na confiança e autoridade que uma marca constrói no ecossistema digital – principalmente nas mídias online a partir de ações de Digital PR 3.0 – para selecionar as fontes de suas respostas. Isso permite às marcas que atuam de forma consistente no marketing digital e contam com um serviço proativo e estratégico de Digital PR 3.0 possam se posicionar como referência em temas de seu interesse, fonte da melhor resposta apontada pela IA.
Voltando à prevenção e gerenciamento de crises que, afinal, ainda é o tema deste texto, o mesmo Digital PR 3.0 permite usar o GEO para responder a um cenário de risco reputacional, como um Primeiro Socorro de Confiança. Isso acontece basicamente a partir de duas linhas de ação:
Correção Rápida e Autorizada: Buscar que a correção factual de uma inverdade seja publicada em fontes de autoridade ainda mais alta do que a fonte da desinformação. O objetivo é que a IA encontre a correção antes que a narrativa negativa se consolide. Assim, quando perguntada sobre a Fake News, a IA vai responder com a verdade embasada na mídia confiável.
Reforço Positivo Consistente: A tática aqui é gerar um fluxo constante de conteúdo confiável e validado para saturar a memória da IA com informações precisas, tornando o conteúdo malicioso menos relevante. Quanto mais confiável e bem reputada for a marca no ambiente digital, menor o risco de ser vítima de fake news nas buscas por IA. É a nova versão do bom e velho colchão reputacional que segue valendo para prevenir crises junto à imprensa ‘tradicional’.
O Digital PR 3.0, ao gerir a veracidade da informação, é a última linha de defesa para a reputação da marca na era da IA. E aí, você já decidiu se sua empresa fará parte da linha de frente desta nova fronteira ou se vai esperar essa posição de autoridade ser preenchida por seu concorrente?
Este artigo foi escrito com apoio da Inteligência Artificial e resume e/ou reproduz alguns tópicos do ebook “Digital PR 3.0 e GEO: o Digital PR 3.0 na Era da IA: de Gerador de Tráfego a Fonte de Autoridade”, da Engaje! Comunicação.




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